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Atualizado em quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 - 15h17

Técnico confirma luta mista de MMA

“Pancada vai rolar com a maior segurança possível, o pessoal não precisa ficar preocupado, vai dar tudo certo na hora”, diz responsável pela luta
Combate ocorre nesta sexta, em Campo Grande (RJ) / Reprodução/Shooto Combate ocorre nesta sexta, em Campo Grande (RJ) Reprodução/Shooto

Responsável pelo Shooto Brasil 45, evento que terá a primeira luta mista de MMA (Artes Marciais Mistas) da história entre Emerson Falcão e Juliana Velasquez, Dedé Pederneiras confirmou o combate desta sexta-feira, às 20h (de Brasília), em Campo Grande, no Rio de Janeiro. À Bradesco Esportes FM, o técnico de José Aldo também prometeu “a maior segurança possível” no duelo e defendeu a novidade.

“A pancada vai rolar com a maior segurança possível, o pessoal não precisa ficar preocupado, vai dar tudo certo na hora”, disse Pederneiras. “Toda coisa que inova tende a ter pessoas falando bem e mal. Estou acostumado com isso. Fui o primeiro a treinar um atleta gringo e, na época, eu fui criticado”.

Segundo Pederneiras, os dois lutadores estarão bem protegidos durante a luta, “um pouco acima do normal para o MMA”. Além disso, de acordo com o técnico, esse combate misto já acontece nas academias, com sparrings, e em lutas clandestinas. “Eu tenho uma menina, inclusive, a Claudia Gadelha, e ela só treina com homens, diariamente, só que não aparece na TV, essa que é a verdade”, declarou.

“E também para acabar com a clandestinidade é que a gente quer colocar (esse combate entre Emerson Falcão e Juliana Velasquez) com regras e tudo mais”, afirmou o técnico, sem confirmar quais serão as regras para o duelo.

Ideia surgiu dos irmãos Minotauro, diz Pederneiras

Dois fatos motivaram o duelo misto no Shooto Brasil 45, de acordo com Pederneiras: a falta de combates exclusivamente femininos e uma ideia dada pela Team Nogueira, academia dos irmãos Minotauro onde Juliana treina.

“Comentamos que tínhamos poucas lutas femininas. Foi aí que o Minotauro disse que tinha uma menina que era muito boa de chão, que queria coloca-la para estrear, mas não tínhamos nenhuma mulher na categoria dela. Ele falou: ‘pode botar até homem’, e foi aí que a gente pensou em colocar um cara que não tenha tanta experiência no chão, para poder ter uma igualdade de condições (um melhor em pé e outro melhor no chão)”, disse Pederneiras.

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