Euller relembra tempos de 'garçom': 'privilégio muito grande'

Ex-atacante participou do Os Donos da Bola, com o Craque Neto, e falou também da Seleção Brasileira e dos planos para a carreira de técnico

Na época em que enfernizava as defesas adversárias cmo muita velocidade, Euller se acostumou a ser coadjuvante. E em alguns casos, de gente do peso de Romário, como nos tempos de Vasco. No Os Donos da Bola desta sexta-feira, 29, Neto conversou com o ex-atacante sobre a vida de "garçom". Para ele, foi um "privilégio" ter feito parte da história dos clubes pelos quais passou, mesmo que servindo, e não fazendo os gols.

“Tive minhas participações de protagonista, mas muito mais de dar assistências do que poder ser artilheiro, carrego isso com maior prazer, inclusive fui para o Vasco para servir o Romário. É um privilégio muito grande ter participado de todos os momentos de todos os clubes” disse o ex-jogador do Palmeiras.

“Eu acho que o Neymar será o grande jogador da Seleção Brasileira, mas temo também os demais jogadores não corresponderem à expectativa que o Neymar pode causar em uma Copa do Mundo”.

Quando questionado por Fernandinho, Euller respondeu que “precisa se colocar um pouco mais de responsabilidade em cima da característica do atleta. Eu explorava a minha velocidade para ser o coadjuvante e não o protagonista. Nunca tive a ganancia de ser o artilheiro”.

Euller revelou que está cumprindo seu planejamento. “Planejei parar e dar um tempo para a minha família e nesse tempo estudar. Eu tinha um sonho de ser técnico de futebol. Fiz os cursos da CBF, vim para a Espanha e agora estou fazendo o curso da UEFA”, completou dizendo que já recebeu um convite parar o cargo.

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